quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Cientistas criam máquina que lê a mente

Calma. É um grande passo para a ciência e um pequeno passo para o homem. Ou melhor, um pequeno gole. O experimento realizado por cientistas canadenses foi feito da seguinte forma: as pessoas colocavam na cabeça uma espécie de banda tecnológica que mapeia o cérebro e mostra os níveis de atividade nas mais diferentes áreas. Os estudiosos já haviam identificado as áreas do cérebro nas quais há maior fluxo de oxigênio e onde há menos, quando uma pessoa experimenta algo que gosta ou que não gosta, sendo que essa variação depende de cada indivíduo. Depois de feitos os ajustes, os cobaias foram convidados a experimentar uma série de bebidas e dar nota de 1 a 5 para cada uma. Ao final, os resultados escritos pelos próprios participantes eram comparados com o diagnóstico da máquina-que-lê-mentes. O resultado foi uma margem de 80% de acerto, um número impressionante diante das implicações que tal experiência pode gerar no futuro. Philip Kotler e outros marketeiros devem estar brindando com suas bebidas preferidas neste exato momento, afinal não mais dependerão dos não tão exatos métodos de pesquisa de mercado atuais para testar e emplacar de forma bem sucedida novos produtos e serviços no mercado. Claro que as consequências vão muito além do que meu cérebro publicitário não-mapeado podem imaginar, mas posso inferir, com base na própria matéria do estudo, que tal experimento mesmo em estado prematuro pode ajudar-nos a perceber as preferências de crianças muito pequenas e pessoas que por algum motivo não podem expressar suas vontades. A ciência é maravilhosa. Um brinde aos cientistas ociosos!

A materia está aqui.

Um comentário:

  1. Sempre me surpreendo com quanto nosso cerebro é complexo. Os cientistas devem mesmo aprender cada vez mais sobre como essa maquina tão importante funciona.

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