quinta-feira, 21 de abril de 2011

Pesquisador quer mudar a data da Páscoa

A Páscoa é uma das datas religiosas mais celebradas no mundo. Mas um pesquisador de Cambridge resolveu desvendar uma certa contradição que existe entre as datas na Bíblia. Enquanto os Evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas apontam a data da Última Ceia para uma coincidência com a Páscoa Judaica, João passa a ideia de que, na verdade, ocorreu antes, previamente ao dia em que se comemorava o êxodo do Egito.

De acordo com as pesquisas de Humphreys; Jesus, Mateus, Marcos e Lucas utilizavam o calendário pré-exílico, do tempo de Moisés. Então, os cientistas resolveram retomar o calendário pré-exílico para o ano de 33 d.C., o qual mostra que a Última Ceia na verdade ocorreu numa quarta-feira, dia 1º de abril. Assim, a Páscoa deveria ser celebrada no primeiro domingo de abril para que a data coincida com o período do mês e os dias da semana da Ceia original.

É difícil determinar com precisão a origem de algumas datas e locais históricas, ligados ou não a religiões, já que há muitos interesses envolvidos, como o fato de se tentar estabelecer uma data que seja mais conveniente, agradando a, digamos, "gregos e troianos".

De toda forma, não acredito que a data da Páscoa vá mudar. Então, pode continuar se preparando para bacalhau e chocolate (e orações para os mais religiosos), porque a Páscoa deste ano já está aí.

Referência: iG Ciência

terça-feira, 12 de abril de 2011

Cientistas lutam contra flatulência e arrotos de gados


O gás metano é um dos principais causadores do efeito estufa, sendo que animais ruminantes como vacas e ovelhas são responsáveis por grande parte desta emissão, a partir de flatulência e arrotos. Este fato é conhecido há muito tempo e se deve à grande extensão da atividade pecuária no mundo inteiro. No Brasil, por exemplo, existem mais cabeças de gado do que pessoas.

Com o objetivo de reduzir a emissão, cientistas britânicos estão desenvolvendo uma ração que reduz drasticamente a taxa de metano nos gases expelidos por estes animais. Eles estão manipulando a proporção de milho e outros ingredientes na ração. O governo britânico está esperançoso com os estudos, entretanto é necessário averiguar se realmente haverá redução na quantidade de metano por litro de leite produzido.

Na Nova Zelândia, 90% do metano lançado na atmosfera vem do sistema digestivo de gados e ovelhas, sendo que este número implica em 43% da emissão mundial! Pesquisadores do País de Gales sugeriram outra solução: criar o gado em enormes galpões, assim o metano dos "puns" poderia ser capturado e usado como combustível pelos fazendeiros.

Um amigo meu é vegetariano porque sabe de todos estes impactos, além do enorme volume de água gasto na criação do gado e os impactos da carne vermelha na saúde. Só espero não me lembrar da flatulência de ruminantes na próxima vez que for a uma churrascaria.

Referência: BBC Brasil
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