terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Fique mais inteligente mascando chiclete

Uma pesquisa publicada recentemente pela St. Lawrence University, do estado americano de NY, revela os benefícios cognitivos de se marcar chiclete. Um experimento foi realizado com 159 pessoas e se tratava de uma longa bateria de testes de raciocínio. Para a metade dos voluntários foram distribuídos chicletes com e sem açúcar, enquanto a outra metade não mascou nada. Surpreendentemente, em 5 de 6 testes aplicados, o grupo dos mascadores teve desempenho médio superior aos outros. Entretanto, tal desempenho durou apenas 20 minutos: depois disso, os resultados foram equivalentes. Não houve distinção de performance entre quem mascava a goma com açúcar ou sem, o que revela que os resultados não estão ligados à glicose.

Ainda são nebulosos os motivos destes efeitos do chiclete, mas as inferências científicas apontam para a ideia de que o ato de mascar deixa as pessoas mais atentas e focadas nas tarefas. Outras pesquisas já foram feitas neste sentido, chegando a conclusões como o poder do chiclete de menta para manter alguém acordado.

Ao saber disso, aposto que muita gente vai preparar chicletes para os dias de prova, mas lembre-se de guardar para a parte mais difícil, afinal o efeito é temporário! Também é bom alertar a todos para não utilizarem tal estratégia em uma entrevista de emprego, a não ser que você leve o estudo na pasta e consiga convencer o pessoal do RH, aí a vaga já é sua.

Referência: Wired

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Como é um cientista?

Conheça alguns cientistas

Jaleco branco, óculos de aros grossos e, muitas vezes, cabelos brancos espetados e uma cara de louco. É assim que as crianças, e também alguns adultos, veem os cientistas. Este estereótipo, fruto do que vemos em filmes e desenhos animados, ajuda a manter o estigma sobre os homens e mulheres que se dedicam a empurrar os limites do conhecimento e da prática.

Mas além de querer salvar o mundo ou simplesmente entender como sobrevive tal espécie de sapo da amazônia, estas pessoas tem suas vidas comuns, paixões e sonhos. Talvez se passarmos a vê-los como gente como a gente, haverão mais vestibulandos se decidindo por seguir uma carreira voltada à construção do conhecimento. É claro que muitos outros fatores também influenciam nesta questão, como o fato de a Pesquisa e Desenvolvimento ainda engatinhar em diversas áreas no Brasil e outros países.

A revista Scientific American publicou uma matéria sobre o assunto. Basta clicar na foto de cada cientista para saber um pouco mais sobre sua vida e motivações.

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