domingo, 25 de setembro de 2011

Cientistas podem ter que reformular Leis da Física

O CERN, Organisation Européenne pour la Rcherche Nucléaire, acaba de anunciar o resultado de um experimento que pode sacudir o mundo da física e apresenta implicações diretas para a Teoria da Relatividade, de Albert Einstein. Físicos de Genebra, Suíça, detectaram que as partículas denominadas neutrinos podem viajar  a uma velocidade de 300.006 km/s, mais rápido que a luz! O fato de a velocidade da luz ser considerada como a maior variação de posição possível em um intervalo de tempo é uma das bases da Física moderna. Os cientistas do CERN fizeram várias vistorias à procura de erros mas não detectaram nada que pode ter distorcido os resultados. Os neutrinos foram lançados de Genebra a um laboratório da Itália e percorreram a distância 60 nanossegundos mais rápido que a luz, sendo que a margem de erro é de 10 nanossegundos. A comunidade científica foi convidada a ver de perto os resultados e compartilhar a tarefa de averiguar a solidez deste fato.

Há muitos pesquisadores céticos em relação ao experimento e algum tempo deve ser necessário para que o mundo saiba se isso será considerado apenas um erro instrumental; ou se efetivamente balançará os pilares da Física. Os cientistas defendem a Teoria da Relatividade e dizem que dificilmente está em xeque. O fato é que existe a possibilidade de muitas teorias, teoremas, definições e até Leis da Física sejam alteradas. E os cientistas terão bem menos tempo para ociosidades.

Referência: iG

domingo, 11 de setembro de 2011

Experimento consegue impedir pessoas de mentirem

Cientistas da Estônia realizaram um experimento para mostrar que é possível influenciar a atividade cerebral por meio de ondas magnéticas. Voluntários foram submetidos a campos magnéticos por ímãs posicionados em diferentes locais ao redor da cabeça. Quando deveriam  responder a algumas perguntas simples, com a possibilidade de mentir, a pessoas que estavam sob influência dos ímãs só disseram a verdade, enquanto as outras conseguiram mentir.

Segundo os cientistas, este experimento mostra que as escolhas "morais" entre certo e errado não dependem apenas das experiências pessoais, mas também de fatores físicos e biológicos. No caso deste experimento, os ímãs foram colocados no lado direito do "córtex frontal dorsolateral". Pesquisas parecidas já comprovaram que também é possível obter o efeito contrário, bagunçando a bússola moral e conferindo mais predisposição para os voluntários mentirem.

Seria possível utilizar uma tecnologia como essa em tribunais e interrogatórios? Se os experimentos continuarem dando resultado - já deu pra ver que são melhores do que detectores de mentira - daqui a pouco a discussão vai ser sobre a moralidade de forçar alguém a dizer apenas a verdade.

Referência: DailyMail
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