quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Concurso premia a beleza da ciência

A Fundação britânica Wellcome possui um enorme acervo de imagens médicas, passando por fotos microscópicas, regulares, raios-x e outros. Anualmente, a fundação promove um concurso para premiar as fotografias mais bonitas da ciência, as quais são um resultado da realidade mais a manipulação por computador. O principal critério são as informações contidas e o apuro técnico. É engraçado notar que tudo depende do ponto de vista, já que entre os vencedores de 2011, por exemplo, estão as imagem do rim de um rato e sangue coagulado em um tecido. Uma das mais belas fotografias é nada mais que a parte da perna de um besouro.

Veja abaixo uma amostra da exposição e aprecie belas imagens da ciência. Você teria coragem de colocar um quadro com o "carão" de uma vespa para decorar a sala da sua casa?

Vespa

Bactérias nos dentes


Rim de um rato


Sangue coagulado no tecido

Embrião de um peixe
Perna de um besouro
Referências: G1 Mundo e Wellcome

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Invenção japonesa: plástica no nariz sem bisturi

Uma empresa japonesa acaba de lançar no mercado um aparelho capaz de afinar o nariz de qualquer pessoa sem cirurgias. Trata-se de um pequeno objeto que custa US$ 144,00 e deve ser usado em sessões diárias de 3 minutos. A "genialidade" do objeto está nas trepidações elétricas que estimulam e modelam os ossos, segundo a empresa. Aposto que muitas mulheres já pararam de ler o texto por aqui e foram procurar o Beauty Lift High Nose para comprar na internet. Mas cuidado: ainda não há comprovações de que o aparelho realmente funciona.

Então, se o High Nose não for ajustado corretamente ou não funcionar direito, ao invés de nariz de miss você vai ganhar nariz de Michael Jackson.

Referência: Endagadget

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Cientistas vão ressuscitar mamutes


Uma pesquisa conduzida por japoneses, russos e americanos em uma universidade do Japão pretende trazer à vida um mamute de verdade, daqui apenas seis anos. Este animal é símbolo da Era do Gelo e foi extinto há mais de 10 mil anos, apesar de serem encontrados vários esqueletos e até carcaças em várias partes do mundo. Para alcançar tal façanha, os cientistas obtiveram material genético a partir da carcaça de um animal preservado no gelo da Sibéria. Com uma técnica inovadora, eles conseguiram extrair núcleos celulares sem danificá-los e, em seguida, injetar em células embrionárias de elefantes africanos. Se tudo der certo, a pesquisa proporcionará o desenvolvimento de embriões mamutes. Há vários momentos cruciais no experimento, sendo que os americanos, por exemplo, são responsáveis pela fertilização in vitro.

Os objetivos da pesquisa passam pela ecologia do mamute e os genes que trarão respostas sobre a extinção destes animais. A julgar pela previsão de 6 anos, o estudo está bem adiantado e, segundos os próprios cientistas, já estão pensando até mesmo em como expor os mamutes para o público.

Daqui a pouco vão querer criar um Parque dos Dinossauros de verdade. Só espero que nesta nova onda científica não resolvam manipular genes de animais antigos para criar dragões, unicórnios, etc.

Referência: CNN e Daily Yomiuri
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