quarta-feira, 29 de abril de 2009

Cientistas aprendem a fazer a teia do Homem-Aranha

Poderíamos dizer de cara que o grupo de cientistas que aprendeu o segredo das teias do Homem-Aranha estuda em uma universidade de Nova Iorque e que eles são os maiores nerds e invejosos da cidade. Entretanto, o estudo das super teias de aranha veio da Alemanha. Os cientistas descobriram que adicionar pequenas quantidades de metais como zinco, titânio ou alumínio à teia confere ainda mais resistência ao material. Vale lembrar que naturalmente as teias já são mais resistentes que o aço!

Na matéria que li, há informações sobre estudos para fins médicos, como tratamentos para fortalecimento de ossos e tendões. Apesar de ter plena consciência de que por si essas possibilidades já seriam um grande avanço, acredito que tal tecnologia possa ter implicações muito maiores. Uma delas seria a confecção de coletes e capacetes à prova de bala ainda mais resistentes que kevlar, por exemplo. Poderia haver uma revolução em toda a indústria, pois todos os cabos e materiais de resistência seriam substituídos, além de milhares de outros avanços mundiais.

Mesmo diante da perspectiva de tanta mudança, ainda acho que o mais legal seria transformar quem quisesse em Spider-Man!

terça-feira, 14 de abril de 2009

Pensar e agir como pessoas mais novas rejuvenesce, diz Harvard

Sabe aquele tiozão ridículo que tem 60 anos nas costas mas quer agir como se tivesse 20, 30? Ou aquela mulher que não aceita a idade, pintando o cabelo e escondendo as rugas, achando que por isso vai ficar mais nova de verdade? Eles estão certos. Uma série de resultados, acumulados por estudos realizados durante muitos anos na universidade de Harvard, mostra que pensar e agir como pessoas mais novas faz muita diferença. Foi realizada uma experiência com idosos de 70 a 80 anos, os quais foram convidados a pensar como se tivessem 20 anos a menos na idade. Além de velhinhos mais animados, depois de uma semana diagnosticou-se melhoras significativas na flexibilidade das juntas e da osteoporose, por exemplo. Notou-se, ainda, mudanças na forma com que o próprio cérebro trabalha.

As pesquisas trouxeram muitos resultados impressionantes, mostrando que a saúde do corpo e da mente estão estreitamente ligados à maneira com que nos posicionamos em relação ao mundo, na forma com que “medimos” a nossa idade. Essa mensuração ocorre pelos estereótipos do dia-a-dia, pelas roupas que cada faixa etária usa, pelas atividades, hobbies e assuntos de cada geração. Prova disto é o fato de que trabalhadores que usam uniformes têm menos problemas de saúde do que quem tem que escolher uma roupa adequada e ser lembrado da sua posição social todas as manhãs.

É tudo uma questão de ponto de vista. Um exemplo é um experimento realizado durante um exame. Normalmente, as pessoas viam primeiro as letras maiores e tentavam continuar lendo enquanto o tamanho diminuía, até chegar a um ponto que ficariam ilegíveis. Os cientistas resolveram inverter o processo, logo, os pacientes veriam primeiro as letras menores. As conclusões foram impressionantes. No segundo momento, os resultados foram muito melhores, as pessoas realmente enxergavam mais letras menores. Tudo isso porque simplesmente não esperavam que fosse assim, não estavam se preparando para não conseguir ler as letras menores.

Esta é uma das matérias mais legais que já comentei aqui no blog. Por isso, ao invés de fazer piadinhas, vou correndo contar ao meu pai que ele está certo.

Vale a pena conferir aqui.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Cachorros realmente se parecem com os donos, diz estudo

Um estudo realizado com americanos sugere que o raciocínio - superficial e impregnado por estereótipos - de que os cachorros se parecem com seus donos é verdadeiro. A pesquisa foi realizada com homens e mulheres que não tinham cães e precisavam relacionar três raças de cachorros com fotos de quem tem o animal em casa. Algo totalmente aleatório, para começar. O que surpreende é que em mais da metade das vezes as pessoas conseguiram relacionar corretamente os donos com seus cachorros. Quando você ver um poodle na rua, terá grandes chances de ver uma madame conduzindo o cãozinho ou vice-versa. Engraçado como logo vem à mente a expressão “Pitboy” utilizada para descrever homens que lutam e/ou fazem muitos exercícios físicos para ganharem grande massa muscular e desfilam na rua de camiseta regata ao lado de um pitbull bravo. Poderíamos fazer uma extensa lista relacionando estereótipos de pessoas com raças de cães e falar, por exemplo, que baixinhas têm pequinês, faladores têm pincher, orientais criam shih-tzu e todos os vagabundos do mundo têm vira-latas. Mas isso se mostra uma extrema injustiça, até porque eu tenho um. E, além disso, o estudo sugere que esta relação de aparência entre donos e seus cães é apenas superficial, não se aplicando a questões como a personalidade e o comportamento. Mas tenho certeza de que, depois de ler isso, muita gente vai pensar duas vezes antes de passear com um bulldog.

A matéria está aqui.
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