quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Pílula filtro solar pode ser realidade em 5 anos


Cientistas britânicos descobriram um coral singular, o qual é capaz de produzir uma substância filtro solar para se proteger. Mas o fato realmente impressionante é que este efeito pode ser sentido ao longo da cadeia alimentar, protegendo, por exemplo, o peixe que se alimenta no coral. Agora os pesquisadores estão produzindo um filtro solar sintético, para ser ingerido por pessoas, capaz de proteger o corpo inteiro e os olhos contra os efeitos negativos dos raios solares e as queimaduras.

O objetivo é chegar a uma pílula com um nível de proteção que não seja prejudicial, já que os raios UV são vitais para a produção de vitamina D. Os cientistas ainda terão muito trabalho para testar o composto e prevenir intoxicações. O estudo está sendo realizado com corais descobertos na grande barreira de recife próximo à Austrália. A possibilidade de se cultivar plantas transgênicas a partir dos genes do coral já está sendo considerada, sendo ainda necessário transpor barreiras como a resistência à maior exposição ao sol durante o crescimento.

Este avanço científico parece bem "palpável". Espero usufruir disso um dia. Voltar da praia sem parecer um camarão vai ser muito bom.

Referência: Guardian

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Astrônomos encontram planeta feito de diamante

Cientistas de Melborne, Austrália, captaram sinais de um "pulsar", uma estrela com diâmetro relativamente pequeno, apenas 20 km, e alta densidade. Estes sinais são ondas captadas por radiotelescópios e possibilitaram a identificação de um planeta ao redor do pulsar. O que surpreendeu os astrônomos foi o fato de que indícios apontam para uma composição cristalina, provavelmente diamante! Este planeta tem 60 mil km de diâmetro, cinco vezes maior que a Terra.

Para quem ficou animado com o astro precioso e quiser investir em uma viagem de exploração, fica a dica: o planeta gira ao redor do pulsar PSR J1719-1438, o qual está na direção da constelação da Serpente na Via Láctea, a apenas 4 mil anos-luz da Terra.

Referência: G1

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Trocadilhos fazem cócegas no seu cérebro, dizem pesquisadores

Começo o post com uma pergunta: "Por que os canibais comem palhaços? R: Porque eles têm um gosto engraçado!" Esta foi a piada utilizada por pesquisadores de Cambridge para exemplificar como brincadeiras com trocadilhos conseguem provocar uma espécie de "cócega cerebral", ativando diferentes áreas da mente de uma só vez.

Para chegar a essas conclusões, os cientistas fizeram experimentos com vários voluntários, onde as pessoas deveriam classificar piadas, e também não-piadas, de 1 a 7, sendo 7 algo muito hilário. Como esperado, as pessoas atribuíram notas melhores a piadas do que a mensagens corriqueiras.

O mais impressionante é que, durante a experiência com trocadilhos, eles conseguiram identificar a ativação de áreas relacionadas a recompensas por experiências positivas, uma espécie de mecanismo evolutivo. Então, se você quiser fazer cócegas mentais em alguém, basta dizer algo com trocadilho. Afinal, mesmo que seja uma piada muito infame e a pessoa não ria, você saberá que conseguiu surtir algum efeito.

Referência : MSNBC

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Viagens espaciais são inúteis?

Muitas pessoas afirmam que as viagens espaciais são inúteis, já que se gasta muito dinheiro e recursos para levar astronautas até o espaço. Talvez esta discussão faça mais sentido em um país que realmente investe muito dinheiro em programas espaciais, como os Estados Unidos ou a Rússia. O Brasil também faz suas tentativas de ganhar alguma importância e já até conseguiu uma vaga para o Marcos Pontes.

Acredito que a maior importância das viagens espaciais reside no campo da pesquisa científica. As condições inéditas e inóspitas criam desafios para a nossa tecnologia, a qual deve evoluir para tornar possível o avanço onde a gravidade é bem menor e não há ar. Assim como nas guerras, a necessidade fomenta muitas descobertas em um curto tempo. As missões no ônibus espacial são um grande exemplo disso. Veja abaixo o infográfico criado pelo portal G1 para ilustrar as invenções que o espaço proporcionou, no contexto em que os EUA anunciam o fim das missões com ônibus espaciais.


Referência: G1 Ciência

terça-feira, 5 de julho de 2011

Em 25 anos acabaremos com o envelhecimento, diz biomédico

Em termos biológicos, o envelhecimento pode ser descrito como uma sucessão de danos moleculares e celulares no organismo. Logo, se a humanidade conseguir controlar estes danos será possível aumentar, e muito, a longevidade. Segundo o cientista inglês Aubrey de Grey, em poucas décadas os médicos terão à disposição ferramentas mais avançadas de diagnóstico e acompanhamento da saúde de seus pacientes, lançando mão, por exemplo, da genética e técnicas com células-tronco, sendo capazes de realizar uma "geriatria preventiva". Tal tratamento poderia retardar o envelhecimento.

Dados já comprovam que a longevidade vem aumentando, sendo que há a previsão de um milhão de pessoas com mais de cem anos por volta de 2030. Os medicamentos e os tratamentos estão se tornando mais eficazes. Uma outra vertente científica mostra que devemos ter cautela ao vislumbrar tal horizonte de vida centenária. Afinal, a longevidade não depende apenas do avanço da medicina, mas principalmente dos hábitos alimentares e sociais. Tratamentos tão complexos, mesmo que efetivos contra o envelhecimento, não impedem o consumo excessivo de álcool, tabaco e o próprio exagero alimentar - vide o surto de obesidade no mundo inteiro. Deve-se considerar ainda a violência, as drogas não-legalizadas, acidentes e outros fatores.

De toda forma, este tipo de pesquisa, mesmo com um "q" utópico, alimenta um certo otimismo. Resta torcer para que a organização e a convivência social sigam os avanços da ciência, e que tais avanços cheguem à população ao redor do mundo de forma democrática.

Referência:
iG

domingo, 19 de junho de 2011

Cientistas criam robô imbatível na sinuca

Pesquisadores da Universidade Técnica de Munique, na Alemanha, desenvolveram um robô que consegue "matar" bolas em 80% de suas jogadas na sinuca (ou bilhar). Trata-se de um sistema composto por câmera à cima e em volta da mesa, um plano de coordenadas para o que robô se movimente e um processador capaz de prever o movimento das bolas, indicando a melhor posição e força para uma tacada bem-sucedida.

Os braços do oponente robótico podem configurar até 7 posições diferentes. Todas as análises realizadas pelo robô são exibidas em um telão, assim é possível que jogadores humanos aprendam com ele ou até mesmo façam consultas antes de suas jogadas.

Este jogador implacável foi apresentado na Conferência Internacional de Robótica e Automação, e tem até um oponente feito de lata, o PR2, que aliás foi criado antes. Especula-se que em breve haja torneios de sinuca só entre robôs, como já acontece com o xadrez. Confira abaixo o robô alemão Nierhoff e também o PR2.





Referência
New Scientist

terça-feira, 14 de junho de 2011

Japoneses inventam "orelhinhas" que reagem a ondas cerebrais

Quem já assistiu a algum animé sabe que os japoneses adoram colocar orelhas de animais em pessoas. Agora, uma empresa nipônica resolveu criar um acessório inusitado, ou incrementar a comunicação interpessoal, segundo os empresários. A Neurowear é uma espécie de arco com orelhas, o qual possui alguns sensores que captam os níveis de atividade cerebral. Dependendo de como está sua mente, as "orelhinhas" se mexem. Se você estiver animado, elas se movimentam rapidamente, se estiver calmo, elas se abaixam.

Tudo indica que até o final deste ano as Neurowears já estarão disponíveis para compra. Vai encomendar a sua?



Referências:
Neurowear
G1