quinta-feira, 28 de junho de 2012

Computador do Google pensa como humanos

Não bastasse o fato de possuir o buscador mais importante do mundo e aparecer cada dia com um produto inovador, o Google rompe a barreira da web e avança sobre o mercado tecnológico. Mas como é óbvio o fato de esse ser um dos maiores "players" da internet e da tecnologia, vamos ao que interessa: agora a empresa resolveu investir em um supercomputador, ou melhor, 16 mil computadores juntos.

Pesquisadores do Google X, o laboratório secreto, criaram um supercomputador que é capaz de vasculhar a internet sozinho e fazer conexões de significados para o conteúdo, promovendo hierarquia e tecendo conceitos. Por exemplo: a máquina foi capaz de aprender, por si, o que é um gato. Pode parecer pouco, mas a elaboração disso ocorreu de forma análoga ao que ocorre no cortex visual, sem ninguém precisar contar ao computador.

Ao que parece, o objetivo desta máquina é aperfeiçar os serviços oferecidos pelo Google, tornando-os mais inteligentes e eficazes. Mas a criação de um computador que imita a mente humana dá asas à imaginação. Seria este o primeiro passo para construir um robô androide? Espero que venha com um filtro para não sair repetindo tudo que aparece na internet.

Referência: Terra

sábado, 9 de junho de 2012

Cientistas revelam como mosquitos sobrevivem à chuva

Você já parou para pensar em como os mosquitos conseguem sobreviver à chuva? Imagine o voo do inseto sendo ameaçado por gotas gigantes - cuja massa está para um mosquito assim como a de um carro está para o homem - vindo de todos os lados, acertando as asas e o corpo. É como um aviãozinho sendo impiedosamente alvejado por mísseis. Mas o verão, logo a estação das chuvas, é a preferida dos mosquitos e a época em que eles mais aparecem. Afinal de contas, como eles sobrevivem a este bombardeio de gotas d´água?

Cientistas do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, partiram desta mesma curiosidade e desenvolveram experimentos para observar como os insetos sobrevivem. Ao manter pernilongos presos em uma área controlada e simular a chuva, os pesquisadores observaram que dois fatores cruciais garantem a sobrevivência dos pequenos voadores: o forte exoesqueleto, o qual consegue proteger o corpo do mosquito e deslocar parte do impacto; e mais importante ainda, os membros finos e o corpo leve possibilitam ao inseto deixar as gotas d'água simplesmente deslizar por eles, acompanhando o fluxo. Assim, os mosquitos não oferecem resistência à água da chuva e, consequentemente, sofrem pouco impacto.

Apesar disso, em voos rasantes as gotas podem projetar os insetos na superfíicie, o que traz sérios riscos de afogamento ou até mesmo esmagamento pela água.

Depois de saber deste trabalho todo, vou pensar duas vezes antes de acertar um pobre mosquito com a raquete. Ou não.

Referência: Ciência e Saúde
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